SC se prepara para mobilização histórica em Exercício Geral de Gestão de Desastres

Meta é alcançar adesão total dos 295 municípios catarinenses até o dia 27 de fevereiro, reforçando a política de prevenção liderada pelo Governo de Santa Catarina no 2º Exercício Geral de Gestão de Desastres

A mobilização para o 2º Exercício Geral de Gestão de Desastres já demonstra forte engajamento em todo o Estado. Promovido pela Secretaria da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina (SPDC/SC), o simulado já alcançou 98% de adesão dos municípios catarinenses inscritos até o momento. A meta agora é chegar aos 295 municípios, consolidando uma participação histórica.

O exercício será realizado no dia 1º de março, a partir das 8h, envolvendo simultaneamente as cidades catarinenses em uma grande ação coordenada de preparação e resposta a desastres, dentro da estratégia do Governo do Estado para fortalecer o Sistema Estadual de Proteção e Defesa Civil.

Para o secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil, Mário Hildebrandt, o alto índice de inscrições demonstra o compromisso das administrações municipais com a segurança da população e o alinhamento com as diretrizes do governador Jorginho Mello. “Já alcançamos 98% dos municípios inscritos, um número extremamente significativo. Essa mobilização atende a uma orientação clara do governador Jorginho Mello, que tem priorizado a prevenção e a preparação como pilares da gestão. Nossa meta é chegar aos 295 municípios de Santa Catarina. É fundamental que todas as prefeituras participem e mobilizem suas equipes. Este exercício testa, em tempo real, a capacidade de resposta frente a cenários de risco elevado, como deslizamentos, enchentes e outros desastres naturais”, reforça o secretário.

Simulação em tempo real

O exercício terá início às 8h, quando cada município dará partida à simulação da ocorrência previamente definida, conforme os principais riscos identificados em sua região. Entre os cenários estão deslizamentos, enchentes, enxurradas, queda de barreiras, isolamento de comunidades, interrupções no fornecimento de energia e rompimentos fictícios de barragens.

As ações ocorrerão em tempo real, com mobilização das equipes locais, evacuação de áreas de risco, instalação de abrigos temporários, cadastramento de famílias afetadas e distribuição de ajuda humanitária.

Ao longo do dia, também serão realizadas reuniões regionais e setoriais para avaliação de danos, definição de prioridades e simulação do redirecionamento de recursos humanos, materiais e logísticos. A operação envolve os Grupos de Ações Coordenadas (GRACs), as Coordenadorias Regionais de Defesa Civil e diversas instituições parceiras.

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